31 de dezembro de 2014

106 - RETROSPECTIVA 2014 - parte 3

106 por Carine Würch - Semana 31

NOVEMBRO - neste mês tivemos diversos personagens, alguns com poucas palavras, mas granes histórias! Percebemos como a presença de Jamila fez a diversa em tantas vidas (fora as que não conseguimos contabilizar). Por outro lado, percebemos como foi difícil fazer uma melhor busca de alguns personagens, pois realmente não encontramos nada online... Asmahan, Baraka, GalyaSelwa, Atash, Afrita (Badawia), Amina (que não foi aluna), DeAnn, Masalima - Satrynia.
23ª Semana | 24ª Semana | 25ª Semana | 26ª Semana |

DEZEMBRO Masalima - Satrynia, Reyna Alcala, Debbie Goldmann - Amoura Latiff e Rashid encerraram nosso ano.
27ª Semana | 28ª Semana | 29ª Semana | 30ª Semana | 31ª Semana
RETROSPECTIVA 2014:

JUNHO - falamos praticamente de Jamila & Bal Ana, um pouco do início de tudo. 

JULHO - também nos dedicamos a falar de Jamila & Bal Anat, construindo a base da nossa História dentro da Dança Tribal. Muitas reflexões e descobertas. 

AGOSTO - observamos que muitas alunas de Jamila também criaram seus próprios métodos de ensino, tendo reconhecimento dentro e fora dos EUA. E optamos por contar e relatar fatos destas pessoas que tiveram Jamila como base, e o quanto isto influenciou em suas carreiras e também nas suas trupes e alunas. Aida al AdawiMish Mish & Rhea

SETEMBRO - neste mês em diante, nos dedicamos a estudar as alunas alunos de Jamila, que fizeram parte do Bal Anat, ou apenas tiveram algum tempo de aulas com ela. Aqui estão nossos personagens de Stemebro - Katarina BurdaJohn ComptonSuhaila SalimpourDiane Webber (que não foi aluna de Jamila, mas foi contemporânea na Renaissance Faire), Nakish e Rebaba.
14ª Semana | 15ª Semana | 16ª Semana | 17ª Semana | 18ª Semana |

OUTUBRO - estudamos mais sobre YasmelaAziza!Anne Lippe e Asmahan.
19ª Semana | 20ª Semana | 21ª Semana | 22ª Semana |

NOVEMBRO - neste mês tivemos diversos personagens, alguns com poucas palavras, mas granes histórias! Percebemos como a presença de Jamila fez a diversa em tantas vidas (fora as que não consegumos contabilizar). Por outro lado, percebemos como foi difícil fazer uma melhor busca de alguns personagens, pois realemnte não encontramos nada online... Asmahan, Baraka, Galya, Selwa, Atash, Afrita - Badawia, Amina (que não foi aluna), DeAnn, Masalima - Satrynia.
23ª Semana | 24ª Semana | 25ª Semana | 26ª Semana |

DEZEMBRO - Masalima - Satrynia, Reyna Alcala, Debora Goldmann - Amoura Latif e Rashid encerraram nosso ano.
27ª Semana | 28ª Semana | 29ª Semana | 30ª Semana | 31ª Semana

30 de dezembro de 2014

RETROSPECTIVA 2014 - parte 2

107 por Carine Würch - Semana 31 - Parte 2

SETEMBRO - neste mês em diante, nos dedicamos a estudar as alunas alunos de Jamila, que fizeram parte do Bal Anat, ou apenas tiveram algum tempo de aulas com ela. Aqui estão nossos personagens de Setembro - Katarina BurdaJohn ComptonSuhaila SalimpourDiane Webber (que não foi aluna de Jamila, mas foi contemporânea na Renaissance Faire), Nakish e Rebaba.
14ª Semana | 15ª Semana | 16ª Semana | 17ª Semana | 18ª Semana |

OUTUBRO - estudamos mais sobre YasmelaAziza!Anne Lippe e Asmahan.
19ª Semana | 20ª Semana | 21ª Semana | 22ª Semana |


RETROSPECTIVA 2014:

JUNHO - falamos praticamente de Jamila & Bal Ana, um pouco do início de tudo. 

JULHO - também nos dedicamos a falar de Jamila & Bal Anat, construindo a base da nossa História dentro da Dança Tribal. Muitas reflexões e descobertas. 

AGOSTO - observamos que muitas alunas de Jamila também criaram seus próprios métodos de ensino, tendo reconhecimento dentro e fora dos EUA. E optamos por contar e relatar fatos destas pessoas que tiveram Jamila como base, e o quanto isto influenciou em suas carreiras e também nas suas trupes e alunas. Aida al AdawiMish Mish & Rhea

SETEMBRO - neste mês em diante, nos dedicamos a estudar as alunas alunos de Jamila, que fizeram parte do Bal Anat, ou apenas tiveram algum tempo de aulas com ela. Aqui estão nossos personagens de Stemebro - Katarina Burda, John Compton, Suhaila Salimpour, Diane Webber (que não foi aluna de Jamila, mas foi contemporânea na Renaissance Faire), Nakish e Rebaba.
14ª Semana | 15ª Semana | 16ª Semana | 17ª Semana | 18ª Semana |

OUTUBRO - estudamos mais sobre Yasmela, Aziza!, Anne Lippe e Asmahan.
19ª Semana | 20ª Semana | 21ª Semana | 22ª Semana |


29 de dezembro de 2014

RETROSPECTIVA 2014 - parte 1

108 por Carine Würch - Semana 31

Aproveitando o final deste ano gregoriano, embalada pelas milhares de imagens nos noticiários sobre que aconteceu no ano, pensei: que tal fazermos algo dentro do Pilares do Tribal?

Assim, podemos perceber como foi produtivo nosso ano de 2014 no Pilares do tribal, com tantas descobertas, e novos ares (pelo menos pra mim!).

Não é simples correr atrás de conteúdo, quase que diariamente, em outra língua, e muitas vezes tão disperso, mas foi uma aventura ótima, e esperamos que vocês possam ter crescido, e aumentado seu conhecimento, para que possamos passar adiante com mais certeza e embasamento as informações sobre isto que amamos tanto: a Dança Tribal. 

RETROSPECTIVA 2014:

JUNHO - falamos praticamente de Jamila & Bal Ana, um pouco do início de tudo. 

JULHO - também nos dedicamos a falar de Jamila & Bal Anat, construindo a base da nossa História dentro da Dança Tribal. Muitas reflexões e descobertas. 

AGOSTO - observamos que muitas alunas de Jamila também criaram seus próprios métodos de ensino, tendo reconhecimento dentro e fora dos EUA. E optamos por contar e relatar fatos destas pessoas que tiveram Jamila como base, e o quanto isto influenciou em suas carreiras e também nas suas trupes e alunas. Aida al Adawi, Mish Mish & Rhea


27 de dezembro de 2014

110 - RASHID

110 por Carine Würch - SEMANA 30

Publicado em 10 de abril de 2012 por Suhaila Internacional

Este fim de semana que passou, um amigo muito querido, Tom Ryan, faleceu tranquilamente durante seu sono. 

Conheci Tom (Rashid) quando tinha nove anos. Trabalhei na recepção das aulas de minha mãe, no estúdio que ela alugava em São Francisco. Por ser apenas uma criança, a maioria dos alunos, simplesmente não me via, ou vinha falar comigo. Mas Tom vinha. Ele falava comigo, e ouvia o que eu tinha a dizer. 

Toda semana, me trazia uma caixa de meus doces japoneses favoritos. E com o tempo foi passando, Tom se tornou um irmão para mim... o único irmão que já tive. Brincávamos, dançávamos, ríamos, e até mesmo brigávamos, como todos os irmãos. Mas nós realmente nos amávamos.

Tom adorava música do Oriente Médio. Estava constantemente ouvindo. Muitas vezes, dormia enquanto ouvia um álbum repetidas vezes. Ele acreditava muito na técnica e no conhecimento da história da dança, mas onde realmente se destacou foi no sentimento.
Tom entendia a música, e passava horas absorvendo as camadas e nuances.

Tinha o coração de um verdadeiro artista, suas coreografias e performances mostraram seus movimentos cuidadosamente elaborados projetados para transmitir a verdadeira alma da música.

Tom era um tesouro para a comunidade de Dança do Ventre, e ele fará muita falta.  Me sinto abençoada por tê-lo conhecido e de ter passado tanto tempo de qualidade com ele ao longo dos anos. 

Tom, eu te amo muito. Obrigado por ser meu irmão e meu amigo. 

Sinto sua falta, e vou levá-lo em meu coração, sempre!

Suhaila

FONTE:
** Tradução livre  - Carine Würch **

26 de dezembro de 2014

111 - RASHID

111 por Carine Würch - SEMANA 30

Texto escrito por Gina Gonzalez Schanel, em 2012.

Acabo de ouvir a notícia de que um dos meus professores favoritos faleceu.

Thomas "Rashid" Ryan. A notícia é tão recente que não vejo nenhuma alternativa, a não ser tirar um momento para recordar e honrar Rashid.

Ele foi uma das pessoas mais doces e mais compreensivas que já conheci. 

O conheci durante meus dias no Estúdio de Dança Suhaila Salimpour. E tanto quanto amei o meu tempo lá e amava o que fazia, enquanto estava perto de Rashid, me lembrava de respirar, relaxar e desfrutar. Ele tinha um dom para trazer essa vibe calma para o lugar.

Ele me ensinou muito sobre a dança, sobre o ensino, sobre como nos apresentar, sobre a história Salimpour e meu lugar na comunidade de dança. Ele era um dançarino incrível, técnico, divertido, original e não conseguia tirar os olhos dele.

Rashid esteva envolvido e torno da Dança Oriental desde muito jovem e sabia como contar histórias! Ele e eu costumávamos partilhar idas para a Renaissance Faire, quando Bal Anat teve se apresentou, lá no início dos anos 2000. 

Como amava cada uma destas manhãs! Saía para pegá-lo, e preparados com o nosso café ou chá, teríamos as melhores sessões de bate-papo no caminho para Renaissance Faire. Ele falava sobre seus dias na trupe original do Bal Anat, sob a direção de Jamila Salimpour, compartilhou os altos e os baixos de se crescer no mundo da dança do ventre, também me ajudou a entender a dinâmica da trupe / grupo.

Ele nunca estava ocupado demais para ajudar com a coreografia, figurino ou adereços. 

Rashid sempre foi tão modesto, poderia facilmente ter "dado uma de diva" e ninguém teria reclamado, mas ele nunca foi deixou de arregaçar as mangas e trabalhar, não importa o quê. E que paciência que tinha! Ele era generoso, carinhoso. Um exemplo para todos nós.

O mundo dança do ventre realmente sofreu uma perda com o seu falecimento.

Tom obrigado por compartilhar sua bela vida conosco. 
Você fará falta, mas nunca, nunca esquecido.


FONTE:
** Tradução livre  - Carine Würch **

25 de dezembro de 2014

112 - RASHID

112 por Carine Würch - SEMANA 30

Texto escrito por Bàraka, em 1998.

Rashid, nascido em Sao Francisco, que ao meu ver, foi um dos melhores bailarinos de Dança Oriental, abria o show com a clássica Dança com Bandeja, apresentando sua técnica incrivelmente precisa - e uma túnica em Assiut maravilhosa. 

Ele aperfeiçoou o isolamento ao seu melhor nível, e o seu slipt lento era de parar o show! Não vou nem tentar descrever sua maestria no domínio dos snujs (zills), que é excelente, mas melhor ainda, pois é misturado perfeitamente a música. 

Percebemos em Rashid muitos anos de estudo e trabalho com Jamila Salimpour, e seu conhecimento deriva em grande parte, a partir desta base, mas estendeu o estilo tradicional, com inovações que são particularmente suas e freqüentemente marcado por um humor sutil.

Depois de um breve intervalo, os músicos voltaram e novamente local estava cheio de dançarinos e público. Nesta altura, o público tinha relaxado depois de uma deliciosa refeição, e estavam prontos para deixar para "baixar a poeira". Pessoas sorrindo, rindo, a partilha de um movimento. Era como assistir a uma festa de família. 

Uma breve pausa, e Rashid voltou com uma apresentação mais incomum de "Mashaal". 

Vestindo uma camiseta preta simples e jeans justos, acentuado com um cinto de prata no quadril e pulseiras, ele provou que o figurino deve tomar muito menos atenção que a habilidade e interpretação. 

Ele faz mais parado, do que a maioria dos artistas fazem dançando um show inteiro, e essa auto-contenção é a marca registrada de seu estilo. 

Sua capacidade de fazer isolamentos, de talvez uma polegada, e ainda tê-los completamente visíveis ao público, é uma mostra do seu excelente controle muscular.


FONTE:
** Tradução livre  - Carine Würch **

24 de dezembro de 2014

113 - RASHID

113 por Carine Würch - SEMANA 30

Entrevista por Lynette Harris - Escrito por Najia Marlyz

Pedi a John para contar sobre o declínio da famosa atração turística, Finnocchio, na Broadway, em North Beach. Então, John começou a falar do passado:

"Trabalhei no Finnocchio de 1980 a 1985, embora tivesse um contrato de seis anos. Meu agente tirou dez por cento do meu salário, mas ele se tornou um pouco desinteressado em relação ao meu trabalho, então consegui sair do contrato após cinco anos. 

Não gostava do estilo de vida, embora recebesse um bom dinheiro, e era o único bailarino naquela época, mas não estava feliz. Ganhava um bom salário, com benefícios odontológicos e plano de saúde, enquanto as bailarinas do outro lado da rua, dançavam por vinte cinco dólares por noite, em sets de quarenta e cinco minutos. Meu agente dizia o dono do clube: "nós queremos este tanto ", eles nos pagavam o que queríamos.

Neste período, outros dançarinos começaram a aparecer em cena. Parecia a mim que o dançarino Rashid, seguia-me onde quer que eu fosse, substituindo no Finnochio, quando estava de férias, e também antes. No Havaí, no Marrakech em Honolulu quando eu saí. 

FONTE:
** Tradução livre  - Carine Würch **

23 de dezembro de 2014

114 - RASHID

114 por Carine Würch - SEMANA 30


O grande interesse do mundo ocidental na Dança Oriental continuou a inspirar a exploração artística de Rashid (Tom Ryan) e sua evolução além das culturas do Oriente Médio. Sua própria vivência multi-cultural deu-lhe grande sensibilidade às mudanças e nuances na música, dança e atitude, que influenciaram esta forma de arte. 


Rashid (Tom Ryan) foi um artista que contribuiu junto a Escola Salimpour por mais de 30 anos. Foi consultor artístico, designer, professor, coreógrafo, bailarino. 




TIMELINE

1999 - 2012 Salimpour School of Dance - Instructor, Choreographer, Performer, Artistic Consultant )
1992 - 1995 Arabian Nights Restaurant Featured Performer 
1983 - 1991 Marrakech Restaurant - Featured Performer 
1983 - 1991 El Morocco Restaurant - Featured Performer
1983 - 1989 Grapeleaf RestaurantFeatured Performer 
1985 - 1989 San Francisco Egyptian Dance Company - Director 
1988 - 1991 Salimpour School of Dance - Instructor 
1984 - 1985 Saratoga School of Music - Instructor 
1983 - 1984 Concord Park and Recreation Services - Instructor 
1983 Amwaj Egyptian Folkloric Dance Company - Director 
1980 - 1983 Salimpour School, San Francisco - Instructor/Performer with Suhaila Salimpour, Jamila Salimpour director 
1980 - 1983 The Rasheeds Dance Company - Director/Choreographer 
1978 - 1980 Featured Dancer, Marrakech Restaurant 
1978 - 1980 Dance instructor, Beg. And Int. Classes, Honolulu,Hawaii 
1975 - 1978 Jamila Salimpour, director, San Francisco 
1976 - 1978 Bal Anat (6-15 members Company member and instructor 
1975 - 1976 Troupe Al Kedar (4-6 members) Company member and choreographer



22 de dezembro de 2014

115 - RASHID

115 por Carine Würch - SEMANA 30

BIOGRAFIAAs influências artísticas de ambos os lados de sua família alimentaram o interesse de Rashid (Tom Ryan) pelas Artes. Ele foi incentivado a tocar piano e violão, desde cedo, mas não experimentou seu primeiro gosto pelo palco até uma apresentação de sapateado com oito anos.

No colegial, direcionou seus interesses para atuação e teatro musical. Esses interesses o levaram até a Renaissance Pleasure Faire, pois desenvolvia junto com a escola um trabalho sobre o período renascentista europeu. Foi neste local que ele primeiro testemunhou performances da trupe de Jamila Salimpour, o Bal Anat.

Rashid começou seus estudos em Dança Oriental em 1974, com Jamila Salimpour.


Sob a tutela de Jamila, ele mergulhou na Dança Árabe com apenas dezesseis anos. 

Possuindo um entendimento desenvolvido e respeito para a dança étnica, Rashid perseguiu a Dança Oriental, como artista, antropólogo e historiador. 

Quando as informações eram escassas, ele arduamente pesquisou por todas as vias disponíveis. Com a orientação de Jamila, estudou com muitos grandes artistas, incluindo Lala Hakim, Nadia Gamal e Mahmoud Reda, para citar apenas alguns.

Seu estilo e desempenho foram inspirados por muitos bailarinos lendários incluindo Aza Shariff, Nagwa Fuad, Sohair Zeki, e Mona Saiid. Como dançarino americano, foi muito influenciado pelas carreiras de Bobby Farrah e Ahmed Jarjour, primeiro bailarino do mundo ocidental.

Rashid rapidamente se tornou um dos bailarinos principais com o Bal Anat, dançando coreografias da companhia, que se tornaram inspirações para trupes de dança tribais em todo o mundo.

Dançou profissionalmente por mais de trinta anos.

Ensinou, fez palestras e apresentações em todo o ocidente. Dirigiu, coreografou e interpretou em várias companhias de dança, incluindo, Bal Anat (1974 - 1980 e 1999 até 2012 - quando faleceu), Os Rasheeds, o San Francisco Egyptian Dance Company (diretor) e Amwaj Fokloric Company (diretor, Samra Zuhur).

Foi descrito como "consumado bailarino... solista de técnica excelente, com conhecimento íntimo das nuances sutis de Dança oriental."

Os seus trabalhos têm sido aclamados pela sua capacidade técnica e pureza do movimento, "uma dança que nos puxa para seu feitiço, como uma droga de ação lenta."

FONTE:
** Tradução livre  - Carine Würch **

21 de dezembro de 2014

116 - RETROSPECTIVA

116 por Maria Carvalho - SEMANA 29

Então chegando o Natal, e nós aqui nessa retrospectiva maravilhosa, sobre pessoas que de várias maneiras nos influenciaram, mesmo sem termos consciência. Há aquelas cujas vidas, olho e me identifico e há outras que me pergunto: "que que é isso, Meu Deus?!!!"

Certamente, em minha memória ficará pra sempre Nakish com sua responsabilidade maternal para com seus pupilos, preocupada, atenta, ética.

John com seu "frango atropelado" roubou altas gargalhadas cinematográficas. Imaginar que esse bailarino excepcional começou dançando como qualquer uma de nós e acabou por se tornar a figura icônica que foi.

Jamila de quem ainda falamos, mesmo que indiretamente, se revela uma personalidade marcante, não poderíamos esperar nada diferente de uma mulher que venceu e quebrou preconceitos, criou algo novo e teve a audácia de levar adiante. 

Lógico que houve muito desentendimento, que os amigos de ontem, nem todos se tornaram o olhar afetuoso de amanhã. 

Alguns adeus e vários até breve.

Por mais que um mestre seja bem quisto, todos em dado momento necessitam alçar voo e viver suas próprias experiências, com ou sem a benção de seus antecessores.

Foi isso que aconteceu e continua a ocorrer.

É uma honra e um prazer estudar sobre essas pessoas e escrever sobre suas vidas e histórias

Sartre dizia que o "inferno é o outro", se observarmos bem, o outro pode ser a solução para muitos dilemas, um dia nublado, ou uma dança com cara de "frango atropelado".

Somos a cura.

Vamo que vamo
Xeroooos

19 de dezembro de 2014

118 - DEBBY GOLDMAN {AMOURA LATIF} (VÍDEOS)

118 por Carine Würch - SEMANA 29
AmouraLatif OrientalDance — em Noe Valley Sreet Festival, San Francisco, late 70's.


Nas minhas buscas pelo mundo virtual, achei dos vídeos:

18 de dezembro de 2014

119 - DEBBY GOLDMAN {AMOURA LATIF}

119 por Carine Würch - SEMANA 29


Amoura Latif começou seus estudos da Dança Oriental, em meados dos anos 70, com professores como Ibrahim Farrah e Jamila Salimpour.

A fim de melhorar a sua compreensão da Dança Oriental e se desenvolver, mudou-se em 1981 para Israel / Palestina, onde havia muitas oportunidades para apresentações, estudos e cooperação com artistas de renome nas áreas de música, dança e teatro. 

Ironicamente, Amoura Latif, americana, foi a primeira professora "oficial" de Dança Oriental em um país onde a dança se originou. Seja como bailarina ou como professora, ela se tornou uma figura de liderança e abriu o caminho para a cena, agora vibrante, da dança em Israel

Em 1993, Amoura foi convidada pelo estúdio Chiftetelli em Viena, o primeiro estúdio de dança na Áustria, muito dedicado à Dança Oriental. A partir daí, lançou sua carreira na Europa, ensina e se apresenta naqueles palcos.

FONTE:
** Tradução livre - Carine Würch **

Debby Goldman FB - Amoura Latif FB 

17 de dezembro de 2014

120 - DEBBY GOLDMAN {AMOURA LATIF}

120 por Carine Würch - SEMANA 29

Envolvimento de uma vida inteira de Amoura Latif com a Dança Oriental é de três continentes e mais de 03 décadas. Em seus primeiros anos em Sao Francisco, ela estudou com a lendária Jamila Salimpour, também dançando com o grupo de dança folclórica Mash'allah. Como seu amor pela música e danças tradicionais cresceu, ela mudou-se para Israel / Palestina.

Foi uma das primeiras a ensinar e se apresentar em Israel/ Palestina, tornando-se uma dançarina líder no país. Amoura estudou tanto no oeste e no Egito, com alguns dos os grandes luminares do mundo da dança, incluindo Jamila Salimpour, Ibrahim Farrah, Ibtisam el Masri, Ibrahim Akef, e Ahmed Jarjour

Na década de 1990, ela foi convidada para lecionar em Viena e rapidamente se estabeleceu como grande professora e bailarina em toda a Europa. 

Seus projetos especiais têm incluído direção artística e coreografia para Alwan al Sharq (Salam Islam festival Viena 2002), El Jameel Dance theater (Viena, 2005), e Augenblicke (Ingolstadt Alemanha, 2008).

FONTE:
** Tradução livre - Carine Würch **

Debby Goldman FB - Amoura Latif FB 

16 de dezembro de 2014

121 - DEBBY GOLDMAN {AMOURA LATIF}

121 por Carine Würch - SEMANA 29

A jornada de Amoura Latif pela mundo da Dança Oriental abrange 30 anos e três continentes. Desde seu primeiro encontro com a Dança Oriental na Califórnia, ficou intrigada e impressionada com a beleza, mistério e profundidade da dança. 

Seu primeiro treinamento intensivo com Jamila Salimpour e Ibrahim Farrah despertou seu desejo de um aprofundamento na dança oriental. Ela se mudou para Israel / Palestina, onde foi calorosamente recebida e sentiu-se em casa imediatamente. A paisagem do deserto, os cheiros dos mercados, os animados gestos de pessoas, formaram um ambiente ideal para absorver a cultura e atmosfera que da dança oriental incorpora.

"Naquela época não haviam professores . Eu tinha uma base técnica sólida, devido à minha formação nos Estados Unidos, o meu crescimento se deu através das colaborações artísticas com outros artistas: músicos cantores, compositores, a oportunidade de dançar para todo o tipo de público (tando do ocidente como oriente), bem como freqüentes viagens para o Egito. Pude me conectar de uma maneira profunda na minhas próprias raízes orientais. Hoje sinto uma mistura interior do Oriente e do Ocidente, e esta é minha maneira de abordar esta forma de ate."

Durante 12 anos Amoura levou seu extraordinário sucesso para diferentes locais: teatro, televisão e cinema. Como uma das primeiras e principais professores de dança oriental neste país é atribuída ao mérito de uma apreciação artística superior dessa forma de dança.



FONTE:
** Tradução livre - Carine Würch **

15 de dezembro de 2014

122 - DEBBY GOLDMAN {AMOURA LATIF}

122 por Carine Würch - SEMANA 29

Uma parte do discurso de Jamila, na Conferência Internacional Sobre a Dança do Oriente Médio:

Uma ex-aluna, Debbie Goldman, escreveu-me de Israel:

"Gostaria que você soubesse, que o meu método de ensino básico, minha técnica ABC, é baseada em seu método. Alguns dos movimentos, obviamente, foram traduzidos para o hebraico. Todos os meus alunos, e, em geral, os dançarinos em Israel, sabem o que significa: ¾ shimmy, e é melhor que saibam a diferença entre um para cima e um para baixo! Maya tornou-se uma palavra familiar. E também muito popular! Muitas vezes as alunas me ligam dizendo que não conseguem entender os passos, mas em seguida, lhes digo porque são chamados: Maya, Basic Egyptian, 5-step, the Arabic family, etc… A ênfase que você coloca na postura correta, no prolongamento da coluna lombar e contrsção dos músculos do estômago ... 

Temos duas tendências no momento. Um: os estúdios e os alunos sérios e comprometidos, que estão estudando e melhorando e alguns já começam a se apresentar, e dois são os dançarinos profissionais e grupos de meninas de origens orientais que pensam, por elas serem do Marrocos, ou Iraque, o qualuqer país oriental, que elas não têm nada para aprender. Então, compram seus figurinos e começam a dançar. Na dança étnica, sempre houve uma divisão entre a dança folclórica do povo, e o estilo profissional mais sofisticado, e o dançarino profissional sempre foi altamente treinado."
FONTE:
** Tradução livre - Carine Würch **

11 de dezembro de 2014

126 - REYNA ALCALA

126 por Carine Würch - SEMANA 28




"Começando aproximadamente o mesmo tempo que eu fiz, um dançarino pelo nome de Rayna trabalhou no Bagdad. Ela tinha cabelos longos e castanhos, brilhante até a cintura. Ela era muito bonita e um grande dançarina, também." Por Habiba Nawal - aluna de Bert Balladine






FONTE:
http://www.gildedserpent.com/art43/nawalnorthbeach.htm
** Tradução Livre - Carine Würch **